Descrição:
As origens da Quinta do Crasto, com casa de habitação, lagares e adegas, remontam ao século XVII. No portão de entrada da Quinta, recentemente recuperado, pode ler-se a inscrição “Quinta do Crasto 1615-1918“, reconstituindo o portão original, em que a primeira data memora o tempo mítico da sua fundação.
Em 1918, quando comprou as quintas do Crasto e da Sobreira, Constantino de Almeida era já um nome prestigiado no comércio de vinhos do Porto. Ainda nesse ano, associou a sua mulher e os cinco filhos à sua casa comercial, cuja denominação social alterou para Corporação dos Vinhos do Porto Constantino d’Almeida. Com o mesmo sentido de futuro, dedicou o final da sua vida à recuperação da Quinta do Crasto, investindo na replantação das vinhas devastadas pela filoxera e na construção ou reconstrução de adegas e habitações
A Quinta do Crasto continua na posse dos sucessores de Constantino de Almeida. Nos anos oitenta do século XX, iniciou uma nova fase da sua história, quando a filha de Fernando de Almeida, Leonor Guedes de Almeida, e seu marido, Jorge Roquette, adquiriram as quotas de diversos membros da família e lançaram um projeto de modernização vitícola, para produção e comercialização direta de vinhos de qualidade, como produtores-engarrafadores de vinhos do Porto e Douro.
Porto Quinta do Crasto Vintage 2014: Excelente expressão e concentração aromática, onde podemos destacar as frescas notas de frutos silvestres, esteva e suave especiaria.
Sabor estrutura sólida composta por taninos frescos, compactos, e de textura muito fina. Termina longo e persistente, com uma notável explosão aromática de frutos silvestres
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